Destaques

Formação 2012
Logotipos do SNA
Peregrinação a Roma
Patrono dos Acólitos Portugueses

Actividades Diocesanas

 

Algarve
Fevereiro, Março e Abril

Évora
Março

Lisboa
Janeiro e Fevereiro

Portalegre Castelo-Branco
Fevereiro

 

Nacional
10-12 Fevereiro: Formação
1 Maio: Peregrinação Nacional


 

 

 

 

 

Bento XVI na Peregrinação Internacional de Acólitos a Roma

Coetus Internationalis Ministrantium (CIM)


Desde o dia 1 a 6 de Agosto decorre em Roma o Coetus Internationalis Ministrantium (CIM). O Serviço Nacional de Acólitos Portugal fez-se representar com cercade 95 acólitos das Dioceses de Lisboa, Braga e Porto.

No dia 4 de Agosto, na audiência geral, o Papa exortou os acólitos presentes a terem como exemplo São Tarcísio, padroeiro dos acólitos, que deu a vida para proteger a hóstia consagrada, mostra o "profundo amor e a grande veneração que devemos ter pela Eucaristia". Falou-lhe sobre a vida deste santo dos primeiros séculos da Igreja, e explicou-lhes a importância do trabalho daqueles que servem ao altar.

O Papa recordou que São Tarcísio (século III), era um menino que "amava muito a Eucaristia e, por vários factores, podemos concluir que, provavelmente, era um acólito".

Em tempos de perseguição dos cristãos pelo imperador Valeriano, Tarcísio foi encarregado de levar a hóstia a "outros irmãos e irmãs que aguardavam". Questionado pelo sacerdote por ser ainda um menino, ele respondeu: "minha juventude será o melhor refúgio para a Eucaristia".

Ao longo do caminho, Tarcísio foi interpelado por um grupo de rapazes, que tentaram tomar aquilo que ele carregava junto ao peito. Houve uma luta feroz, "sobretudo quando vieram a descobrir que Tarcísio era cristão", explicou o Papa.

Os rapazes espancaram e atiraram pedras no jovem Tarcísio, mas ele não cedeu. Morreu para defender a Eucaristia, sendo sepultado nas Catacumbas de São Calisto.

Segundo Bento XVI, uma "bela tradição oral" conta que "junto do corpo de São Tarcísio não foi encontrado o Santíssimo Sacramento, nem nas mãos, nem entre as suas vestes. Explica-se que a partícula consagrada, defendida com a vida pelo pequeno mártir, tornara-se carne da sua carne, formando assim com o seu próprio corpo uma única hóstia imaculada oferecida a Deus".

O Papa dirigiu-se aos acólitos para enfatizar que a Eucaristia é "um bem precioso, um tesouro cujo valor não se pode medir, é o Pão da vida, é o próprio Jesus que se faz alimento, sustento e força para o nosso caminho de cada dia e estrada aberta para a vida eterna; é o maior dom que Jesus nos deixou".

O pontífice pediu que os auxiliares do altar "sirvam com generosidade a Jesus presente na Eucaristia".

Segundo o Papa, esta é "uma tarefa importante, que lhes permite estar particularmente próximos do Senhor e crescer na amizade verdadeira e profunda com Ele". "Guardem com zelo esta amizade em seus corações, como São Tarcísio".
"Anunciem também aos seus amigos o dom desta amizade, com alegria, entusiasmo, sem medo, a fim de que eles possam sentir que vocês conhecem este mistério, que ele é verdadeiro e amado!"

"Todas as vezes que vocês se aproximam do altar, têm a sorte de auxiliar o grande gesto de amor de Deus, que continua a querer doar-se a cada um de nós, a estar perto, a ajudar, a dar forças para viver bem."

Segundo o Papa, os acólitos têm a sorte de viver próximos do "indizível mistério" em que "aquele pequeno pedaço de pão", com a consagração, "torna-se Corpo de Cristo", e "o vinho torna-se Sangue de Cristo".
Bento XVI pediu "amor, devoção e fidelidade" no desempenho da tarefa do acolito. Insistiu em que não se deve participar da celebração "com superficialidade", mas com uma preparação interior.

Os acólitos colaboram para que Jesus "possa estar mais presente no mundo, na vida de cada dia, na Igreja e em cada lugar".

"Queridos amigos! Vocês emprestam para Jesus as suas mãos, o seu pensamento, o seu tempo. Ele não deixará de vos recompensar, dando-vos a alegria verdadeira e a felicidade mais plena", conclui o Papa.

Contactos | Liturgia | acolitos@liturgia.pt